Tem coisa que assusta a gente.
Tem medo que é só nosso
E cada um sabe do seu.
Reparando bem nos votos de aniversário na minha rede social, não sabia se ria ou se chorava. Engraçado mesmo é que a maioria deseja o mesmo desejo.
Que sua poesia não seque.
Ou que não deixe de poetizar.
E o que era poesia mesmo?
Que coisa, imagina só se eles soubessem que não sei mais fazer a poesia que gostam de ler. Estranho mesmo é não entender bem o porquê.
Por quê?
.
.
Dai decidi analisar. Minha vida andava muito cheia de nada. Tinha perdido todos meus pincéis e minha paleta de cores era um degradê de cinza e branco. Assim bem chato. Dos meus medos, decorei todos. Ora, e que chatice decorar os próprios medos, né.
DAS COISAS QUE ME DÃO MEDO
Eu queria mesmo era me refazer.
Cansei, assim fácil, de mim.
Mesmice boba essa de querer ser a gente o tempo todo.
Tem vezes que a gente acha que sabe de tudo.
Que o que sabe tá bom e o que não sabe tanto faz, deixa pra lá.
Coloquei um samba pra tocar e fui lá tentar fazer poesia.
Mas olha só, não consegui.
Engraçado que a gente fica assim, sem entender.
É que é tanta coisa pra saber.
né?
DAS COISAS QUE ME DÃO MEDO
Eu queria mesmo era me refazer.
Cansei, assim fácil, de mim.
Mesmice boba essa de querer ser a gente o tempo todo.
Tem vezes que a gente acha que sabe de tudo.
Que o que sabe tá bom e o que não sabe tanto faz, deixa pra lá.
Coloquei um samba pra tocar e fui lá tentar fazer poesia.
Mas olha só, não consegui.
Engraçado que a gente fica assim, sem entender.
É que é tanta coisa pra saber.
né?
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Palavrinhas do leitor